Sabe quando você quer muito uma chance porque sabe, do fundo do seu coração, como nunca soube antes, que dessa vez vai fazer diferente? Sem hipocrisias e sem "essa história é velha". Você só sabe.
Bem, não muda muito.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Informação
Queria só saber se o que você está fazendo é propositavelmente pra me fazer voltar contigo ou se você realmente decidiu seguir em frente. Porque, sabe, gosto das coisas preto-no-branco, sei viver melhor assim.
E se for a primeira opção, favor engolir uma estaca envenenada e sumir da minha vida pra sempre.
Grata.
E se for a primeira opção, favor engolir uma estaca envenenada e sumir da minha vida pra sempre.
Grata.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Back and forth
- Sabe, eu sei que não tenho nenhum direito sobre isso. A minha decisão foi bem clara com relação a isso. Mas não quero ser hipócrita demais dizendo que não me afeta.
- Mas você sabe que não tem razão.
- Eu sei, sei que não.
- Mas não dá pra controlar sentimentos.
- Não dá.
- Porque, afinal, é muito tempo no que antes era presente e agora precisa virar passado.
- É, é.
- E no fim das contas, você nem tem 100% de certeza da decisão que tomou.
- Não tenho.
- Você vê casais felizes na rua, brincando um com o outro, sendo excessivamente alegres e apaixonados, e fica pensando se um dia vai achar isso de novo.
- Exatamente.
- Depois pensa no quanto você pode sofrer se acabar nas mãos de uma pessoa que pode até ser tudo o que você queria nele e não tinha, mas que te sacaneia horrores nas suas costas.
- Horrores.
- É.
Uma pausa. Ambos levantam a xícara, mas ele pára assim que a porcelana fria encosta no lábio inferior. Ela bebe.
- Você falou tudo o que eu estava pensando.
- Falei, né.
- Que estranho.
- Não é, não. É só muito familiar.
O café tinha esfriado e ela ainda não tinha conseguido acertar a dose de açúcar.
- Mas você sabe que não tem razão.
- Eu sei, sei que não.
- Mas não dá pra controlar sentimentos.
- Não dá.
- Porque, afinal, é muito tempo no que antes era presente e agora precisa virar passado.
- É, é.
- E no fim das contas, você nem tem 100% de certeza da decisão que tomou.
- Não tenho.
- Você vê casais felizes na rua, brincando um com o outro, sendo excessivamente alegres e apaixonados, e fica pensando se um dia vai achar isso de novo.
- Exatamente.
- Depois pensa no quanto você pode sofrer se acabar nas mãos de uma pessoa que pode até ser tudo o que você queria nele e não tinha, mas que te sacaneia horrores nas suas costas.
- Horrores.
- É.
Uma pausa. Ambos levantam a xícara, mas ele pára assim que a porcelana fria encosta no lábio inferior. Ela bebe.
- Você falou tudo o que eu estava pensando.
- Falei, né.
- Que estranho.
- Não é, não. É só muito familiar.
O café tinha esfriado e ela ainda não tinha conseguido acertar a dose de açúcar.
Assinar:
Postagens (Atom)